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quarta-feira, julho 1, 2026

Flamengo publica nova nota sobre incêndio no CT


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Nota diz que Flamengo nunca transferiu os jovens de lugar em período que antecedeu ao incêndio


O Flamengo publicou nova nota sobre o incêndio no Ninho do Urubu. Neste sábado (10), o clube rebateu cobranças acerca de uma suposta volta dos garotos da base para os containers após novas instalações terem sido entregues. O ex-presidente rubro-negro Eduardo Bandeira de Mello é um dos que endossam a queixa.

Na nota, o Flamengo diz que jamais transferiu os jovens das categorias de base para novas instalações, no módulo do futebol profissional. Sendo assim, o clube alega que um possível retorno dos garotos para os containers após entrega de instalações novas é mentira.

VEJA NOTA

“O Clube de Regatas do Flamengo, tendo em vista ilações feitas sobre uma suposta transferência dos menores que residiam nos containers, vem a público declarar que os atletas da base do Flamengo jamais foram transferidos para o antigo módulo profissional, que hoje abriga a base, antes do trágico incêndio ocorrido no dia 08.02.2019, no Centro de Treinamento George Helal. 

Qualquer alegação em sentido contrário é enganosa e falsa.

Mais uma vez registramos nossos sentimentos às famílias e nos colocamos à disposição delas.”

O QUE DISSE BANDEIRA DE MELLO?

Um dos ex-dirigentes que endossam a cobrança por respostas sobre uma suposta transferência dos jovens é Eduardo Bandeira de Mello, presidente até pouco menos de dois meses antes do incêndio. Um dos trechos da nota do ex-mandatário diz o seguinte:

“[…] 5 – Já me pronunciei algumas vezes sobre a tragédia e seus desdobramentos. Eu não era mais presidente do clube nem participava da sua gestão desde dezembro de 2018. Deixamos dois centros de treinamento e alojamentos com nível de excelência internacional prontos, acabados e inaugurados com ampla cobertura da imprensa. Na minha gestão os meninos da base já estavam ocupando as novas instalações e sobre isso há farta documentação comprobatória.

6 – As causas do incêndio nos módulos habitacionais que eram utilizados até novembro de 2018 e que voltaram a ser ocupados no dia da tragédia estão sendo apuradas no âmbito do processo criminal que, repito, é público […]”.

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