O presidente dos EUA, Donald Trump, participou nesta quarta-feira (22) de uma cerimônia para quatro militares americanos mortos em ataques iranianos no Oriente Médio que retornaram a solo americano em caixões cobertos pela bandeira nacional.
Trump viajou para a Base Aérea de Dover, em Delaware, para a cerimônia — conhecida como “transferência digna” dos corpos — em meio à crescente frustração pública com a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã.
Três militares americanos morreram na sexta-feira (17) quando um míssil iraniano atingiu o alojamento onde dormiam, na Base Aérea Muwaffaq Salti, na Jordânia: o primeiro-tenente Tyler James Feehan, de 25 anos; o sargento Angel S. Rampersad, de 28 anos; e a soldado Isabella Gonzales, de 19 anos. Os três integravam brigadas de defesa aérea do Exército dos EUA.
A quarta morte, a do sargento Michael Emmanuel Swinton, de 30 anos, ocorreu no domingo (19) em um incidente separado em Erbil, no Iraque, durante a detonação controlada de um drone de ataque.
Trump prometeu vingança contra o Irã pelas mortes de americanos.
O conflito já deixou 18 militares americanos mortos e mais de 450 feridos, além de ter causado a morte de milhares de iranianos.
Em um discurso realizado na tarde desta quarta-feira em Marietta, na Geórgia, Trump prestou homenagem aos soldados e disse que convidou a família de um deles para viajar com ele a bordo do Air Force One, da Base Aérea de Dover até a Geórgia.



