Thomas Müller é oficialmente jogador do Vancouver Whitecaps. Após mais de duas décadas no Bayern de Munique, o camisa 13 escolheu a Major League Soccer como novo desafio e assinou com o clube canadense até o fim da temporada 2026. A contratação, a maior da história do Whitecaps, é considerada um marco para o futebol no Canadá.
O acordo foi selado sem custos de transferência, mas o Whitecaps precisou pagar até US$ 400 mil em General Allocation Money (GAM) ao FC Cincinnati, que detinha os direitos de descoberta do alemão na MLS. Müller assinou inicialmente por um contrato no modelo TAM (Targeted Allocation Money), mas há cláusula que permite sua conversão em jogador designado (DP) a partir de 2026.
A escolha de Müller por Vancouver surpreendeu o mercado. Quando anunciou nas redes sociais que atravessaria “o grande oceano”, muitos apostavam em um destino óbvio como Los Angeles. Mas o eterno “Raumdeuter” — termo cunhado por ele próprio para descrever sua leitura única de espaços — surpreendeu novamente ao optar pela costa pacífica canadense.
Müller chega para integrar um time que vem em crescimento. Sob a gestão do diretor esportivo Axel Schuster, o Whitecaps abandonou contratações midiáticas em favor de jovens talentos. Mas com o time atualmente na segunda colocação da Conferência Oeste, a chegada de um veterano vencedor pode ser o empurrão final.






