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quarta-feira, setembro 30, 2026

Em cerimônia com autoridades nacionais, GDF define o plano de segurança para o 8/1


O documento apresentado define o planejamento da atuação de cada órgão na próxima segunda, quando marca 1 ano da invasão de 8/1

Em cerimônia realizada na manhã desta quinta-feira (4), autoridades nacionais e do Governo do Distrito Federal (GDF) falaram sobre o plano de segurança para o ato que será realizado no dia 8 de janeiro, data que marca um ano da invasão de vândalos à Praça dos Três Poderes, ocasião em que causaram destruição no Congresso Nacional, Palácio do Planalto e no Supremo Tribunal Federal (STF).

O documento apresentado define o planejamento da atuação de cada órgão na data. Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública do DF, comemorou a entrega de equipamentos e agradeceu a presença de autoridades como Ricardo Cappelli, ministro interino da Justiça e Segurança Pública, e de Celina Leão, governadora em exercício do DF. Deputados distritais e federais também participaram da solenidade.

Chico Vigilante (PT) foi o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Legislativa do DF (CLDF) que investigou os atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, e destacou a importância de se combater tais ações e relembrar o acontecido. “O Brasil não é terra sem lei”, completou ele.

Na próxima segunda-feira (8), haverá um evento no Salão Negro do Congresso, para relembrar as invasões e depredações ocorridas no fatídico dia. Além de Lula, que convocou seus ministros, estarão presentes e discursarão na cerimônia os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, da Câmara, Arthur Lira, e do STF, Roberto Barroso. A ideia é de que os discursos mantenham a linha de fortalecimento da democracia e da união.

As investigações mostraram que houve desmobilização da Polícia Militar do Distrito Federal, e que agentes da corporação tinham conhecimento da escalada da tensão dias antes do episódio.

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a prisão de 66 indivíduos, das mais de duas mil pessoas detidas por causa do ato. Dentre os reclusos, oito já foram condenadas pelo STF; 33 foram denunciadas como executoras dos crimes praticados; e, a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), 25 pessoas seguem presas até a conclusão de diligências em andamento, elas estão sendo investigadas por financiamento ou incitação dos crimes.


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