18.5 C
Brasília
domingo, maio 17, 2026

Google utiliza energia geotérmica pata alimentar data centers


Google
Créditos: Google/Divulgação

O Google anunciou na última terça-feira (28) que agora utiliza energia geotérmica para alimentar seus data centers.

A informação veio através de uma postagem no blog do Google, onde a empresa fala sobre as possibilidades geradas por essa nova fonte de energia.

Data centers do Google alimentados por energia geotérmica 

O projeto geotérmico do Google foi aplicado em suas instalações no Arizona. Essas técnicas modernas de coleta de energia são inéditas para o setor de tecnologia, mas são amplamente utilizadas pelo setor de petróleo e gás. O Google afirma que esta “energia geotérmica aprimorada” é capaz de produzir energia limpa 24 horas por dia, mais barata do que qualquer outro método atualmente disponível.

Mais do que uma nova fonte de energia, a captação geotérmica representa estabilidade e, acima de tudo, economia. Hoje, para as empresas do segmento de tecnologia, é um desafio manter seus enormes complexos em funcionamento sem um gasto muito elevado de energia; o que representa um gasto substancial para essas empresas. Elas têm perseguido metas ambiciosas em matéria de energia limpa e energia renovável. Apesar da produção de energia geotérmica ser geograficamente limitada, porque depende das fontes de calor da Terra concentradas e muito próximas da superfície, essa se mostra uma ótima opção para aqueles que souberem investir para essa mudança.

O Google tem trabalhado em colaboração nos últimos dois anos com uma empresa chamada Fervo. Graças a essa parceria foi possível montar uma usina que abastecerá os data centers com energia limpa 24 horas por dia, 7 dias por semana.

A tecnologia da Fervo torna viáveis muitas outras fontes de calor subterrâneas para fins de produção de energia. Segundo o Google, a principal diferença é que a Fervo tem usado as mais recentes tecnologias de perfuração horizontal das indústrias de petróleo e gás para explorar com eficiência as fontes geotérmicas. No projeto em Nevada, a Fervo perfurou poços piloto de 8.000 pés de profundidade antes de recorrer a técnicas de perfuração horizontal. Em seguida, passou cabos de fibra óptica pelos poços para coletar e analisar dados relativos ao fluxo e ao perfil de temperatura do recurso geotérmico local. Implementou um projeto de poço para maximizar o uso dos melhores recursos térmicos identificados e para otimizar o fluxo do sistema de reservatório de calor para eficiência na mineração de calor. 

O Departamento de Energia dos Estados Unidos prevê que a energia geotérmica poderá fornecer até 120 gigawatts de capacidade de produção fiável nos EUA até 2050. Isto significa que poderá representar 16% da procura energética do país no futuro. 

Esses dados não levavam em consideração o sucesso do projeto do Google e da Fervo no Arizona. Pensar em energia que tem estabilidade e pode operar “24 horas por dia, 7 dias por semana”, fica clara a vantagem inerente sobre as energias renováveis como a eólica, marítima, solar e hidrelétrica, que não são tão fiáveis ou consistentes. Acrescente a isso que uma tecnologia como essa também poderia ajudar a descarbonizar a produção mundial de eletricidade.

O Google espera que projetos como esta usina geotérmica no Arizona o ajudem a progredir em direção ao seu objetivo de operar todos os seus data centers e campi de escritórios com energia livre de carbono (CFE) 24 horas por dia, 7 dias por semana, até 2030. 

FONTE: Google

Participe do grupo de ofertas do Adrenaline

Participe do grupo de ofertas do Adrenaline

Confira as principais ofertas de hardware, componentes e outros eletrônicos que encontramos pela internet. Placa de vídeo, placa-mãe, memória RAM e tudo que você precisa para montar o seu PC. Ao participar do nosso grupo, você recebe promoções diariamente e tem acesso antecipado a cupons de desconto.


Entre no grupo e aproveite as promoções



Source link

- Advertisement -spot_img
- Advertisement -spot_img
- Advertisement -spot_img

NOTÍCIAS